Glaucoma
O glaucoma é uma doença oftalmológica silenciosa e progressiva que afeta o nervo óptico, estrutura essencial para a visão. Trata-se de uma doença neurodegenerativa de origem multifatorial, ou seja, envolve uma combinação de fatores como predisposição genética, condições oculares, fatores ambientais, além de aspectos demográficos e sistêmicos.
O principal fator de risco conhecido é a elevação da pressão intraocular. No entanto, mesmo pessoas com pressão intraocular normal podem desenvolver a doença, o que reforça a importância do acompanhamento oftalmológico regular.
O glaucoma pode levar à perda do campo visual de forma irreversível. Como na maioria dos casos ele progride sem sintomas evidentes no início, a detecção precoce é essencial para evitar a perda significativa da visão.
O tratamento pode ser:
Clínico, com uso de colírios ou aplicação de laser;
Cirúrgico, nos casos em que outras abordagens não são eficazes.
A boa notícia é que, com diagnóstico precoce e tratamento adequado, é possível controlar a evolução da doença e preservar a visão.
Dúvidas frequentes
O glaucoma tem cura?
O glaucoma não tem cura, mas tem controle. Com acompanhamento médico e tratamento adequado, é possível estabilizar a doença e evitar a progressão da perda visual.
Quais são os sintomas iniciais do glaucoma?
Na maioria dos casos, o glaucoma é assintomático no início. Por isso, é conhecido como o “ladrão silencioso da visão”. Quando sintomas surgem, podem incluir perda gradual da visão periférica.
Quem deve fazer exames preventivos para glaucoma?
Pessoas com histórico familiar de glaucoma, acima dos 40 anos, ou que tenham fatores de risco como pressão intraocular elevada, diabetes, ou uso prolongado de corticoides devem fazer exames oftalmológicos regularmente.
